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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Controlando seu estoque!


Controlar o estoque é o procedimento adotado para registrar, fiscalizar e gerir a entrada e saída de mercadorias e produtos da empresa. Devem ser utilizado tanto para a matéria-prima, mercadorias produzidas e/ou mercadorias vendidas.
Administrar estoques significa decidir os níveis de estoques que podem ser mantidos, de forma prática e objetiva, de modo que a empresa consiga o melhor retorno de seus investimentos.

Vamos ver os benefícios de controlar o estoque:

  • Quanto comprar; quando comprar; o que comprar; quanto manter em estoque;
  • Receber, armazenar e atender os materiais estocados de acordo com as necessidades;
  • Controlar os estoques em termos de quantidades, valores e fornecer informações sobre a posição dos itens estocados;
  • Manter inventários periódicos para avaliação das quantidades e estados dos materiais estocados e;
  • Identificar e retirar do estoque os itens obsoletos e danificados;
  • Evita o extravio de mercadorias;
  • Planejar as compras, evitando a estocagem de itens desnecessários;
  • Conciliar os saldos físicos com os contábeis;
  • Efetuar a promoção dos itens que não estão girando;
·         Permite acompanhar com maior rapidez das mudanças de hábito de consumo dos clientes;
Claro que não precisa fazer esse controle na unha, existe vários softwares de controle de estoque disponíveis no mercado, escolha aquele mais adequado à sua empresa.
Pense: Controlando o estoque, pode controlar seus gastos e aumentar a sua  lucratividade.

Fonte: SEBRAE

Kelly S. Osman

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O que é melhor para a sua empresa?



Nem todos tem o direito ao regime simplificado de tributação das pequenas empresas. O regime unifica a cobrança de oito impostos e contribuições: PIS, COFINS, Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, Contribuição Social sobre o Lucro Liquido (CSLL), IPI, ICMS, ISS e, com exceções de parte das empresas de serviço, o INSS patronal. Hoje tem como simplificar e amenizar a mordida do Fisco e com os custos com o contador, no lugar de várias guias de recolhimento, com varias datas e cálculos diferentes, haverá apenas um pagamento, com data e calculo único de quitação. Existem algumas classificações para as empresas, como podemos ver abaixo:


Classificação
Receita operacional bruta anual
Menor ou igual a R$ 2,4 milhões
Maior que R$ 2,4 milhões e menor ou igual a R$ 16 milhões
Maior que R$ 16 milhões e menor ou igual a R$ 90 milhões
Maior que R$ 90 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões
Maior que R$ 300 milhões


Para quem for optar pelo SuperSimples tem que ter o faturamento anual de R$ 2,4 milhões em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. Além de menos burocracia, haverá redução da carga tributária. A grande maioria das micro e pequenas empresas pagarão menos impostos com essa integração. A redução media será de 20% para quem já opta pelo Simples Federal, podendo chegar a 50 % dependendo do estado em que a empresa estiver instalada. Para aquelas empresas que agora poderão optar pelo SuperSimples a redução poderá chegar a 80%. Entretanto, é bom ressaltar que cada caso deve ser analisado individualmente. 
  
Quando o Supersimples vale a pena: Dependendo do caso, pode valer a pena até para quem recolhe INSS a parte, é que quem adere ao regime fica isento do pagamento das contribuições para o chamado Sistema S (destinadas a instituições como o SESI, SENAI, SESC e o SENAC) e o Salário Educação. Juntas, elas somam o equivalente a 5,8% da folha de pagamento. Para as empresas que se enquadram no SuperSimples, sua adesão já é automática. Para ingressar ou sair do regime, porém, é preciso fazer a solicitação pelo site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br) até 31 de Janeiro.

Antes de saber qual é a classificação da sua empresa, é melhor verificar qual o tamanho da sua receita para pagar os impostos corretos.

Fonte: PEGN e SEBRAE

Kelly S. Osman

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Empreendedor Individual, já ouviu falar?


O empreendedor Individual é uma pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. É uma inovação no sistema tributário para os brasileiros formalizarem os seus negócios.

Esta categoria se encaixa no simples nacional e o faturamento deve ser de até R$ 60 mil por ano e que possuam, no máximo, um empregado.

Os profissionais que aderirem ao EI pagarão imposto “zero” para o governo federal e terão alíquotas muito reduzidas para as demais contribuições. O custo máximo de formalização é de R$ 33,25 por mês, dependendo da atividade profissional.

Cuidado com cobranças indevidas

O único custo da formalização é o pagamento mensal de R$ 27,25 (INSS), R$ 5,00 (Prestadores de Serviço) e R$ 1,00 (Comércio e Indústria) por meio de carnê emitido exclusivamente no Portal do Empreendedor. Qualquer outra cobrança recebida não é do governo, não está prevista na legislação e não deve ser paga.

Benefícios 

  • ·     Com a regularização do negócio e o alvará emitido pela prefeitura, acaba o medo de que a mercadoria seja confiscada; 
  • ·    Feito o registro da empresa, o empreendedor passa a ter o CNPJ, possibilitando a abertura de conta em banco e o acesso a credito com juros mais baratos;
  • ·    Com a empresa legalizada, o empreendedor poderá ter endereço fixo para facilitar a conquista de novos clientes;
  • ·         Apoio técnico do SEBRAE; 
  • ·        Cobertura da Previdência Social para o empreendedor individual e para sua família;
  • ·        Possibilidade de negociação de preços e condições nas compras de mercadorias para revenda, com prazo junto aos atacadistas e melhor margem de lucro; 
  • ·        Emissão de nota fiscal para venda para outras empresas ou para o governo; 
  • ·        Dispensa da formalidade de escrituração fiscal e contábil. 

Fonte: SEBRAE

Kelly S. Osman

Não contrate apenas para fazer um favor!




Quando pensamos em contratar pessoas para nossa empresa, é claro que pensamos em contratar o melhor funcionário do mundo. Como nem sempre isso acontece e esta cada vez mais difícil achar o profissional certo, não pode contratar apenas para fazer um a favor a um amigo ou porque aquela pessoa não tem experiência no mercado. Neste momento, na hora da contratação, temos que pensar na empresa, mais ainda porque ela esta começando. Temos que contar com pessoas que tem experiência o mercado, para que possa ser compartilhado esse conhecimento.

Logo no inicio as pequenas e médias empresas possuem certas limitações em relação ao seu RH. Isto faz com que o processo de contratação traga para a organização, colaboradores que poderão ajudar a alavancar a empresa, podendo assim, crescer junto com ela.

Segue abaixo uma lista com sugestões para ajudar na contratação. (Fonte: Sobre Administração)

Criatividade: A capacidade de estar sempre tendo novas ideias para velhos problemas é uma das qualidades dos funcionários de pequenas empresas;

Atenção e cuidado: É importante contratar funcionários que pensem antes de agir, isto possibilita a redução dos erros e mantêm um bom fluxo de trabalho;

Disciplina: O funcionário disciplinado dificilmente perde o foco, isto contribui para que sua produtividade se mantenha em alta, e considerando o fato de serem pequenas empresas, ele pode ter de assumir múltiplas tarefas. Assim, o foco e a disciplina passam a ser qualidades essenciais;

 Honestidade: Alguns dos seus primeiros funcionários provavelmente não estar ao seu lado por toda a trajetória de sua empresa. Você, provavelmente, vai delegar a eles tarefas de grande confiança, por isso, sem a honestidade dos colaboradores, esta tarefa de delegar se torna quase impossível;

Bondade: O funcionário bondoso tende a realmente buscar alternativas para resolver os problemas que afligem tanto os seus parceiros de trabalho quanto a seus clientes, a sua qualidade de considerar os outros podem render bons frutos pra a empresa;

Otimismo: Comportamento otimista é um grande combustível pra a produtividade;

Organização: Quanto mais ouvir: “Onde foi que coloquei isto?”, menos a produtividade você e ele vão ter;

Interesse pelo novo: Um funcionário que sempre esta ansioso por aprender pode trazer muitas soluções e inovações pra a empresa;

Estabilidade emocional: Existirão momentos em que o ambiente empresarial vai se tornar estressante, neste caso quanto mais estável, sereno e racional for seu funcionário, mais produtivo ele estará nestes momentos;

Vigor: Esta é uma habilidade que vai manter seu funcionário trabalhando em um bom ritmo e sempre procurando novas tarefas para resolver. Ter saúde boa é fundamental para o bom funcionário;

Sociabilidade: Quanto maior a interação e o prazer em estar com seus colegas de trabalho, maior a possibilidade de se formarem times competitivos dentro da empresa.

Bom, são apenas algumas dicas, espero poder ter ajudado com esse item que é essencial para o inicio de sua empresa. Avalie melhor seus funcionários.

Kelly S. Osman

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Não deixe o financeiro falhar!


O fluxo de caixa é importante para a empresa, porque é através dele que terá o controle de entrada e saída do dinheiro. Umas das melhores formas e simples é ter o famoso caderninho ou uma planilha de Excel, assim poderá ter uma visão antecipada do caixa. Tendo o controle e acompanhando a movimentação, poderá fazer planejamento dos recebimentos e pagamentos que ainda vão ocorrer, então terá uma boa noção de quanto dinheiro disporá no futuro.

Tudo que acontecer no seu negócio deverá ser registrado, como: compras, vendas, contratação ou demissão de funcionários, conserto de maquina e equipamentos, financiamentos, pagamentos de contas, etc, tudo isso gera entrada (recebimento) ou saídas (pagamentos) do seu caixa, vai mostrar a situação financeira da empresa.

Como citado acima, usar uma planilha de fluxo de caixa para acompanhar as entradas e saídas do seu caixa. Por menos que seja a movimentação esse acompanhamento deve ser feito diariamente, para que não perca o controle.

Kelly S. Osman

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Anvisa prepara regulamentação para pequenos negócios

Trabalho desenvolvido em parceria com o Sebrae e entidades municipalistas terá como base normas editadas por municípios

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), junto com o Sebrae e entidades municipalistas como a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), está produzindo uma regulamentação sanitária nacional para os pequenos negócios. A medida terá por base as normas já existentes em vários municípios do país. O trabalho deverá começar pelas atividades desenvolvidas pelos empreendedores individuais (EI). Atualmente, existem no país mais de 1,9 milhão de pessoas registradas nas 471categorias que se enquadram no EI, entre elas pipoqueiros, manicures, cabeleireiros, artesãos, e varejistas de roupas.

"O objetivo é adequar ou interpretar essas regulamentações locais para os pequenos negócios, de forma que não se tornem barreira para o desenvolvimento dessas atividades", explicou o diretor presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, em reunião com integrantes do Sebrae e da FNP, nesta quarta-feira (18). A ideia, disse, "é possibilitar que as normas sejam integradas ao dia a dia desses negócios, com a percepção de que o respeito às regras agrega valor à atividade".
"Os municípios precisam de uma ação articulada para estimular a formalização por meio do EI, mas de forma que eles exerçam suas atividades com a orientação necessária para não ter suas licenças cassadas", explicou o secretário executivo da FNP, Gilberto Perre.

Segundo o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick, o objetivo é que o trabalho seja seguido de orientação, abrangendo desde integrantes da vigilância sanitária a gestores públicos, empreendedores e empresários. "As experiências exitosas nessa área têm mostrado que o grande caminho para que as pessoas possam produzir com segurança sanitária é a educação e a conscientização", afirmou.

Os conceitos básicos sobre o trabalho serão apresentados no Encontro dos Prefeitos com o Desenvolvimento, previsto para março, em Brasília. O evento é promovido pelo Sebrae, em parceria com entidades municipalistas. 

Publicado por: Dilma Tavares, Agência Sebrae

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Missão, Visão e Valores. Qual é o seu?


Vamos entender melhor como funciona essas três palavrinhas, que não parece ser tão importante, mas é nelas que são construídos os pilares da empresa, é onde esta a característica do negócio. Mostrará o caminho que deseja seguir, aonde quer chegar e os valores mostrarão esta sua caminhada.

Missão: Você sabe qual é a sua missão? De acordo com o dicionário Michaelis: Compromisso, dever imposto ou contraído. Razão de ser. Então pensa nisso, para que possa saber qual é a missão da sua empresa, qual é a finalidade da sua existência? Porque esta aqui? O que pretende fazer? Tente descrever em poucas linhas, de uma forma bem dinâmica e que mostre a verdadeira existência da empresa.

Visão: E sua visão? Com certeza um dos sentidos da empresa, é o sonho que e deseja realizar, num determinado tempo e espaço. Aonde quer chegar? Quanto tempo? Qual o tamanho quer ter no mercado? Praticamente é na visão que são traçadas as metas que alcance a sua missão.

Valores: Nesse caso, valores não têm haver com dinheiro ou bens materiais. Vamos ver o significado de acordo com o dicionário Michaelis: Caráter dos seres pelo qual são mais ou menos desejados ou estimados por uma pessoa ou grupo, ou seja, devemos entender como os princípios éticos, morais, cimentados em atitudes de fazer o bem, que norteiam a conduta e as ações de uma pessoa.

Pronto, agora já sabem como fazer a missão, visão e valores, agora é colocar em pratica em seu negocio. Boa sorte!

Kelly S. Osman

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

5 boas razões para se abrir uma empresa


Confira 5 boas razões para se abrir uma empresa:
1. Você é capaz de controlar o seu próprio destinoPossuir um negócio faz com que você não trabalhe para os outros. Você terá a responsabilidade de assumir o controle da empresa e tomar as suas próprias decisões. Isso permite que você construa uma cultura empreendedora capaz de fortalecer a marca da empresa.
2. Você define os seus horáriosTer uma empresa própria garante flexibilidade. O dono do negócio tem a possibilidade de determinar o local onde quer montar a unidade, seja em prédios comerciais ou dentro da própria residência. Além disso, determina os horários em que irá trabalhar e quais serão as suas prioridades.
3. Você escolhe os seus funcionários e parceiros
Trabalhar em uma empresa não permite que você escolha quem serão os seus colegas de trabalho. Isso se modifica quando se resolve ser empreendedor. Dentre as demais funções, o administrador do negócio deverá fazer a seleção dos profissionais que irão trabalhar para o crescimento da empresa. É interessante buscar pessoas que tenham os mesmo princípios que você e que tenham afinidade com o setor de atuação do negócio.
4. Você assume os riscos e colhe os frutos
Não há dúvida de que abrir o seu próprio negócio é um investimento de risco. Mas, se a empresa estiver bem estruturada e em um mercado promissor, a iniciativa poderá gerar importantes resultados. Caso isso aconteça, você assumirá os lucros advindos de um bom trabalho. Para atingir o sucesso, procure aprender com os erros cometidos, acompanhar o cotidiano do negócio e criar boas estratégias para superar os momentos de dificuldade.
5. Você aprende a todo instante
Ser funcionário de uma empresa pode significar, em alguns casos, executar o mesmo trabalho todos os dias. Isso não acontece quando se decide abrir o próprio negocio. A todo instante você aprenderá algo novo, conhecerá o funcionamento de todos os setores da empresa e terá que tomar decisões importantes que podem mudar o futuro do empreendimento.
Publicado por: Lucas  http://www.saiadolugar.com.br

Antes de qualquer documento!


Antes de começar qualquer negócio, precisamos reunir algumas informações para que possa começar bem. O empreendedor precisa conhecer bem o seu negócio saber se é viável ou não. Para que isso seja feito de uma forma simples, devem-se coletar muitas informações, que serão a base para a elaboração do plano de negócios, ou seja, o documento que ajudará a tornar a empresa realidade. 

Pesquisa de mercado: Nesta etapa deve realizar uma pesquisa de mercado, podendo identificar o melhor local para abrir a empresa e quem são seus concorrentes, fornecedores e consumidores e quais suas necessidades. O levantamento desses dados é um passo importante, que ajuda a solidificar o projeto. Além do mais que irá conhecer também quem serão seus potenciais clientes, enxergando a real oportunidade de negócio. 


Público - alvo: O conceito de mercado é a relação entre a oferta – pessoas ou empresas que desejam vender bens e serviços - e a procura – pessoas ou empresas que querem comprar bens ou serviços. Quando alguém abre uma empresa, passa a desempenhar um novo papel no mercado, atuando do lado da oferta. Para que se possa ter sucesso nesse item, precisa analisar 3 vertentes do mercado: O mercado consumidor, do qual faz parte os clientes; O mercado concorrente, que produz e vende mercadorias ou presta serviços idênticos ou similares aos que o empreendedor pretende oferecer; O mercado fornecedor, que oferece equipamentos, matéria-prima, embalagens e outros itens que o empresário necessita. 

Pesquisa: Antes de lançar um produto no mercado, é necessário saber quem será seu consumidor, ou seja, o seu público. E esta etapa não pode ser esquecida, porque só assim saberá para quem venderá.

Satisfaça o cliente: É essencial saber o que o cliente quer, para saber o que realmente o que os clientes querem a pesquisa deve ser muito bem feita, só assim você realmente conhecerá seus clientes. Fazer pesquisas constantes para saber se seu produto esta sendo bem aceito, é importante para avaliar o giro dos produtos e buscar o motivo que determinado produto não vende no mesmo nível que os demais.

Analise da concorrente: Tem que saber quem são os concorrentes, como identifica-los e manter o negócio saudável. Saber quais são seus pontos principais e diferenciar dos demais e torna-lo mais competitivo, como: localização, preço, comunicação, produto/ serviço.

Pesquisa e escolha de fornecedores: Para que possa ter sucesso e não ocorra nenhum problema, deve escolher muito bem seus fornecedores, pelo menos três para cada produto, isso para que possa evitar a dependência de uma única empresa e o risco do desabastecimento.

Kelly S. Osman

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Bem-Vindo!


A Administração Desmistificada é um espaço de discussão de temas que irá colocar de uma forma clara assuntos de interesse administrativo para quem já tem uma empresa ou deseja abrir o seu próprio negócio, até mesmo para estudantes e profissionais. Acompanhe os posts e envie seus comentários.