Trabalho
desenvolvido em parceria com o Sebrae e entidades municipalistas terá como base
normas editadas por municípios
A
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), junto com o Sebrae e
entidades municipalistas como a Frente Nacional de Prefeitos (FNP), está
produzindo uma regulamentação sanitária nacional para os pequenos negócios. A
medida terá por base as normas já existentes em vários municípios do país. O
trabalho deverá começar pelas atividades desenvolvidas pelos empreendedores
individuais (EI). Atualmente, existem no país mais de 1,9 milhão de pessoas
registradas nas 471categorias que se enquadram no EI, entre elas pipoqueiros,
manicures, cabeleireiros, artesãos, e varejistas de roupas.
"O
objetivo é adequar ou interpretar essas regulamentações locais para os pequenos
negócios, de forma que não se tornem barreira para o desenvolvimento dessas
atividades", explicou o diretor presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, em
reunião com integrantes do Sebrae e da FNP, nesta quarta-feira (18). A ideia, disse,
"é possibilitar que as normas sejam integradas ao dia a dia desses
negócios, com a percepção de que o respeito às regras agrega valor à
atividade".
"Os
municípios precisam de uma ação articulada para estimular a formalização por
meio do EI, mas de forma que eles exerçam suas atividades com a orientação
necessária para não ter suas licenças cassadas", explicou o secretário
executivo da FNP, Gilberto Perre.
Segundo
o gerente de Políticas Públicas do Sebrae, Bruno Quick, o objetivo é que o
trabalho seja seguido de orientação, abrangendo desde integrantes da vigilância
sanitária a gestores públicos, empreendedores e empresários. "As
experiências exitosas nessa área têm mostrado que o grande caminho para que as
pessoas possam produzir com segurança sanitária é a educação e a
conscientização", afirmou.
Os
conceitos básicos sobre o trabalho serão apresentados no Encontro dos Prefeitos
com o Desenvolvimento, previsto para março, em Brasília. O evento é promovido
pelo Sebrae, em parceria com entidades municipalistas.
Publicado por: Dilma Tavares, Agência
Sebrae
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